Por: Assessoria de Imprensa | Publicado em: 22/08/2016 16:56:38

 

Programa de Aperfeiçoamento de Gestores - PAG

O Programa de Aperfeiçoamento de Gestores - PAG atende à demanda de aprimoramento dos profissionais que ocupam cargos de gestão na FCASA, por meio de cursos e outras ações realizadas pelo Centro de Extensão e Aperfeiçoamento ou em parceria com outras instituições, nas modalidades presencial, semipresencial e a distância.
Dentre as ações realizadas pelo PAG, nas áreas administrativa e técnica, podemos destacar os cursos Política Estadual e Gestão do Atendimento Socioeducativo; Cultura e Direitos Humanos (Ação Educativa e SDH/PR-DF); Programa de Desenvolvimento Gerencial (EGAP/Fundap) e a Ação Formativa: cultura da não violência na perspectiva restaurativa.

O curso Política Estadual e Gestão do Atendimento Socioeducativo, realizado no período de 2007 a 2011, na modalidade presencial atendeu 1132 gestores, visando à ampliação do conhecimento e o aperfeiçoamento da gestão do atendimento socioeducativo, buscando o alinhamento conceitual, estratégico e operacional da política de atendimento.

O Programa de Desenvolvimento Gerencial (PDG), realizado pela Fundação do Desenvolvimento Administrativo (Fundap) em parceria com a Escola para Formação e Capacitação Profissional (EFCP), no período de 2009 e 2010, na modalidade presencial, atendeu 440 gestores, visando o aperfeiçoamento da capacidade gerencial a partir de um referencial conceitual e metodológico sobre as diferentes dimensões da gestão, utilizando métodos, técnicas e instrumentos que habilitem o gestor a transformar qualitativamente sua prática de trabalho.

A Ação Formativa: cultura da não violência na perspectiva restaurativa - Etapas I e II, realizada pela EFCP e Diretoria Técnica/Superintendência de Saúde, no período de maio 2013 a dezembro de 2014, na modalidade presencial, atendeu 716 gestores, visando a ampliação da discussão e o debate no enfrentamento da violência, contribuindo para sua prevenção, por meio de ações formativas e integradas, visando à transformação das práticas e das relações que se estabelecem no cotidiano do trabalho, com a finalidade de implementar uma cultura da não violência na perspectiva restaurativa.