Por: Assessoria de Imprensa | Publicado em: 28/12/2018 17:10:16

Documento objetiva unificação de conceitos relacionados à missão da Fundação CASA e traz textos de apoio para as equipes dos centros

 

A Diretoria Técnica da Fundação CASA publicou na sexta-feira (28 de dezembro), o Caderno Técnico I – Fundação CASA, documento que contribui com a unificação de conceitos e entendimentos sobre a missão da Instituição, assim como traz subsídios técnicos para os funcionários atuaram na política pública de execução de medidas socioeducativas em regime fechado no Estado de São Paulo.

Dividido em sete capítulos, o Caderno (disponível em PDF para download) apresenta a evolução das políticas de atendimento brasileira e paulista; a correlação entre adolescentes e violência; o funcionamento do fluxo de atendimento socioeducativo e como se inserem os programas da Fundação CASA; e descreve o que são e como funcionam as superintendências da Instituição e a Escola para Formação e Capacitação Profissional (EFCP).

A publicação ainda traz subsídios técnicos para as equipes de referência dos 145 centros socioeducativos em todo o Estado de São Paulo, demonstrando as linhas gerais para a realização do atendimento socioeducativo na CASA, desde o acolhimento do adolescente autor de ato infracional apreendido pela polícia até o seu desligamento da Instituição, reforçando a relevância do pós-atendimento com as políticas publicasse e redes de serviço municipais.

“Quisemos contribuir com a unificação de conceitos e entendimentos acerca da missão institucional”, explica o diretor Técnico, Adilson Fernandes de Souza. “O Caderno não é fechado e impositivo, mas um referencial aberto para reflexão e construções coletivas em cada espaço de discussão e de trabalho a ser construído no centro socioeducativo”, completa.

O Caderno mostra que tão importante quanto a qualificação interna dos funcionários da Fundação CASA é a articulação externa entre as equipes de atendimento e o serviço municipal, uma vez que é para o município de origem que o jovem retorna após cumprir a medida socioeducativa de internação ou semiliberdade.

“É preciso que os municípios conheçam seu futuro desafio de intervenção com os adolescentes que passaram pela Fundação ainda enquanto cumprem uma medida de privação de liberdade”, afirma Souza.